29 de jun de 2011

O dia em que o Twitter banalizou a morte

Tem gente que ainda vai demorar eras a ser compreendida por mim. Porque tem coisa por essa internet que eu não entendo, sinceramente. Nego quer fazer imagem, se promover às custas de piadas de morte alheia; ou simplesmente inventa que um amigo querido morreu só para angariar followers no Twitter.


Senhor, Tende piedade de mim, Sua filha, que, assim como milhares de brasileiros, sou obrigada a ler mensagens do tipo: "fulaninho morreu".

Honestamente? Eu uso o Twitter desde 2008, e depois disso, e depois de conhecer e entender a rede social que, sinceramente, ninguém com um nível de QI não muito aceitável consegue entender, desacreditei da morte de pessoas famosas. Sim, eu fiz piada. Sim, eu ri. Ou melhor... #euri. Sim, eu chorei (de rir) quando o Michael Jackson morreu.

E, fato, eu não acreditei na morte da tal bee. Principalmente quando o melhor amigo (ou seria amiga? haha) foi a pessoa que divulgou na internet e fez o tal "boom" de ontem.

Não acompanhei, não quis acompanhar e, sinceramente, pra mim... Foda-se.
Odeio quem tenta se promover de maneira baixa assim. Baixo, e não só em estatura. Baixo em nível profissional também. Como eu sei? Já frequentei a "escoria" da night carioca. E, adivinha quem estava lá?!

(Teeeempo!)

Não dou... Aliás, não dou mesmo! nem 1 semana para eles aparecerem dando entrevista em programas de fofoca.

(...)

Quem aposta o contrario?

(...)
Tenha dó, viu!





Para entender, clica aqui.

2 comentários:

Engraçadinha disse...

Patacaparal. E onde eu estava q não vi isso.
Muito provavelmente em ikariam. Lógico.

Ma Albergarias disse...

Pois é... 5 minutos de fama... Ele quis prolongar os dele que já tinham vencido.
Afff, meus sais.