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4 de abr. de 2016

Precisava dividir com vocês que me acompanham que...

...a maluca foi mandada embora dia desses! [há tempos atrás eu ficaria super feliz, mas não agora]

de coração?! tô tão feliz ultimamente que só desejo que ela aprenda a lidar melhor com as pessoas, ou então ela nunca vai conseguir se estabilizar em emprego algum.

é tudo o modo como se lida com o outro, sabe? tudo é uma questão de comportamento.
e infelizmente nem todo mundo aprende isso tão facilmente.

é isso. vida que segue.

2 de fev. de 2016

ô povinho chato...

... aquele que, num messenger corporativo, te chama:

- "oi" e espera você responder "oi" de volta 3h depois... 
- "bom dia" e espera você responder "oi" de volta 3h depois... 
- "oi, fulano" e espera você responder "oi" de volta 3h depois... 
- "oi, Val, td bem, querida?" e nunca me viu mais gorda. quem és tu na cesta básica, OH, CARA PÁLIDA, pra me tratar por apelido?

puta merda, cara... que povo nojento que não sabe ser objetivo!
não é tão mais fácil quando as pessoas já dizem a que vêm?! eu prefiro.

16 de dez. de 2011

desabafo: familia e amizade.

falar pra vocês que eu ando na fase mais familia da minha vida. talvez seja pelo fato de estar me mudando (se tudo correr bem) em janeiro, mas de uns tempos pra cá eu me vejo ainda mais próxima da minha mãe, por exemplo. e eu tô feliz demais por isso! sim, porque, com todos os defeitos dela (sim, todos temos), eu me dei conta de uma vez por todas de que ela é a única pessoa no mundo inteiro com quem eu posso contar nos melhores e nos piores momentos.

na verdade, eu sempre soube. mas, de umas semanas pra cá eu tenho conseguido falar abertamente, sem travas. do que eu sinto, de quem eu sou, do que eu preciso e de tudo, simplesmente. ela é meu porto seguro. ela é aquela com quem eu chorei após ter me sentido humilhada (sim, essa é a palavra) em público outro dia. ela é aquela que tem sorrido junto comigo pelas besteiras que eu digo ou penso, é aquela pra quem eu digo exatamente tu-do que eu sinto.

olha, minha mãe sempre foi essa pessoa. mas, com uma série de problemas em familia que tivemos, eu acho que travei e me calei por alguns anos. acho que antes de tudo acontecer eu só tenho a lembrança de contar toda envergonhada pra ela do meu primeiro beijo. e, olha, já se passaram bem uns doze anos de lá pra cá...

decepções na vida todo mundo tem. coisas ruins acontecem na vida da gente... se afastar de pessoas queridas, sofrer por isso, entender, não entender, julgar, ser julgado, não admitir tudo o que foi escondido em meses ou anos quando na verdade tudo deveria ser dito e trabalhado para melhorar... agora, o que pouca gente que eu conheço tem é um relacionamento como esse que eu tenho com a minha mãe. pensa numa pessoa com quem você tem certeza de que pode contar. a minha mãe é essa pessoa. e ela é legal com os meus amigos, namorados, conhecidos, com a familia... e é exatamente como eu em temperamento: se doa às amizades e se fode. mas não se doa porque você quer se fazer presente, amiga não. é porque a gente se afiniza com as pessoas, tem carinho, amor (sim, "ame ao próximo como a si mesmo" diz tudo pra mim e por isso, sim, eu amo os meus amigos mais próximos) pelo outro. e muitas vezes isso não é compreendido, e acabamos sendo "over". minha mãe já sofreu com isso, eu também. terapia tá aí pra me ajudar. e, graças, consegui convencê-la, após contar que eu faço terapia, de que é uma boa sim. uma ótima, na verdade.

nem sempre ser carinhosa é uma boa coisa. nem sempre as pessoas enxergam que aquele carinho ou amor seja de verdade. sempre (sem-pre!) sou e fui julgada por ser assim: por me preocupar (talvez em demasia, mas é meu e eu nunca tenho intenção de ser invasiva... me preocupo mesmo), por querer o bem, por torcer... e, num caso recente, a minha terapeuta concorda comigo que raiva represada é a pior coisa do mundo. a pessoa não se permite falar como se sente, vai se emputecendo e depois não dá conta. normal.

o problema maior é que a gente muitas das vezes não enxerga os próprios erros. muitas vezes, a gente não se dá conta do quanto que humilhou, feriu, denegriu a imagem do outro na base da zoação, mas que no fundo magoou. e, sim, foi perdoado quase que instantaneamente, porque a amizade era o que mais importava naquele momento, porque o gostar era (é) de verdade. muitas vezes, a gente não se dá conta de quando uma pessoa conserta o que disse anteriormente foi por perceber que a outra entendeu completamente errado o que foi dito. (e óbvio, isso não faz de mim uma pessoa manipuladora). outras vezes, tudo o que foi feito é reconhecido e existe gratidão por tudo, mas infelizmente nem todo mundo é igual.

sou taxada de velha há alguns anos por pessoas da familia, amigos, ex namorados... entendo. todo mundo tem seu lado de velho. talvez pela personalidade, talvez pelos gostos, talvez por ser realmente um velho por dentro. mas, isso não quer dizer que eu não tenha 25 e não esteja aprendendo a viver. eu sorrio sempre, mas por fora, só quem me conhece (e talvez vocês, que me lêem) sabe que eu tive a maior decepção da minha vida dentro de casa mesmo. e isso me fez crescer. mas, isso também não quer dizer que eu tenha de ser essa velha sempre. e muito menos que eu já saiba de tudo da vida, e que tenha vivido o suficiente pra tomar todas as porradas da vida.

shit happen.

minha mãe diz que eu me dôo demais, que sou igual a ela... e depois acabo assim, decepcionada. não pelo que vinha acontecendo, e que eu sei que emputeceu. mas, pelo fato de ter me sentido humilhada. e, olha, isso é um sentimento que não desejo pra ninguém. principalmente se a humilhação vem por parte de alguém que você goste muito. mas, tudo bem... a vida ensina. e, eu posso apanhar pra aprender, mas eu aprendo. e, não, não sou indiferente, nem nunca fui. só que as pessoas têm entendimentos diferentes da vida. e, às vezes, infelizmente, mesmo que a maioria entenda e processe aquilo super rápido, demora para eu processar determinadas coisas.

eu queria ter dito tudo isso pessoalmente. mas, não. não consigo. sempre fui mil vezes melhor com palavras. não adianta eu chegar falando "quero falar" que não vai dar certo. nunca deu. sempre tentei, mas nunca deu. sempre vi um dedo apontando meus defeitos e em algumas vezes falando dos próprios. e não "aqueles de sempre", esbravejados a meio mundo. raramente me senti à vontade para falar o que sentia em relação a isso tudo, em relação à postura alheia comigo. e, como não deveria deixar de ser, me fodi.

mas, olha, tudo bem. a vida me ensina e vai te ensinar também. porque ser descrente do ser humano só pelo seu próprio sofrimento não é a melhor das defesas. se fazer de forte pro mundo lá fora quando no próprio mundo se é como eu ou qualquer outra pessoa também não. há de se ter coragem pra enxergar além do que se pode (tá bom que eu sou a única que não enxerga... vai vendo!) e trabalhar para melhorar dentro de si. porque ninguém vive feliz só se defendendo do que magoa.

há de se tentar perdoar, enxergar a si mesmo, autoanalisar o que as pessoas mais próximas podem achar errado. há de ser mais relaxado e deixar de ser tão escrachado em determinadas situações, há de se olhar mais e ver que as pessoas não enxergam apenas os meus defeitos e ver como se brinca ou deixa de brincar com alguém. magoa, viu? muito.

e, mesmo que eu tenha sorrido por muitas vezes, eu vi a minha imagem de pegadora sendo esculpida, fiquei puta, mas larguei de mão. não que eu não seja (assumo!), mas as pessoas não precisam saber de tudo. sem contar que eu não sou obrigada a dar o que é meu só porque é "legal". e, isso também não precisa ser dito na frente de uma pessoa em quem não confio, e que ainda vai surpreender. (sic -- #interna)

eu nunca falei, né? pois é. e não é só isso. foi só um exemplo. já vi vários posts me criticando e nunca retruquei. o porquê eu não sei, mas sei que eu precisava falar. pessoalmente, definitivamente, não dá. não sei. não posso. não consigo. e, finalmente, não quero. porque, quando um lado fala  em demasia, o outro acaba se calando em demasia. e, olha, me sinto com dez anos a cada indireta recebida via internet. acho ridículo e me calo. sou tão mais que isso... acho tão pequeno. mas, eu precisava dizer. quando a direta chega ao nível blog e você é exposto de tal forma (como em tantas outras vezes, quando deveria ter sido conversado) mais uma vez, você responde à altura da mesma maneira: no blog. não queria que meu blog servisse pra isso. mas, foda-se. a palhaçada começou assim... vamos terminar.

não sei como terminar o post. e, não precisa comentar, nem mandar e-mail, nem falar. a escolha foi feita, e não foi por mim. por mim, tudo seria conversado como duas pessoas adultas e civilizadas e tentaria resolver. aliás, por mim, eu falaria tudo isso e tentaria resolver. mas, ok. já que voltamos aos dez anos de idade, tô aqui dando meu troco, quando poderia estar bebendo, fumando ou relaxando. cansei. de humilhação (pública e virtualmente), de não ter 'permissão' de falar, e de ficar de #mimimi, ou rendendo homenagem.

what goes around, comes around. não te desejo a mesma humilhação. desejo (de coração) o bem de todos os 5. que sejam todos muito felizes na vida e continuem se amando desse jeito tão lindo de se ver. e, vou sentir uma falta do caralho de ser bem recebida, acolhida, de me sentir em familia quando muitas vezes não me sentia na minha própria familia. (é o que mais me dói, de coração) mas, a vida é assim mesmo. bola pra frente.

não queria nada disso, mas ok mais uma vez.

(...)

hoje, minha mãe é a pessoa que me dá mais apoio. e, graças a isso tudo, além de eu ter tomado mais uma porrada na vida e ter sofrido a segunda maior decepção da minha vida por conta da humilhação sofrida, eu cresci. mais que nunca. e, olha, vai ser difícil eu voltar ao normal. porque eu sou assim: demoro a pegar no tranco, mas, quando pego... fudeu. e, falar pra vocês, já não sou mais a mesma. de verdade.

agora chega. porque, né, chega de dar audiência.
isso é coisa do ibope, e não minha.



[no comments allowed porque não tô aqui pra bater palma pra maluco dançar às custas da minha vida. já errei assim uma vez e me arrependi]

19 de out. de 2011

Há 1 semana atrás...


desculpa, mas não sou obrigada a compactuar com isso. se eu sinto fome, eu vou e como. não tenho que ficar esperando b, c ou d darem ok pra nada, porque tenho liberdade pra tal. então, dear, desculpa, tipo assim, de verdade. mas, não. não vou me privar de tomar cappuccino, de fazer meu (eventual) lanche da tarde, de tomar café ou de qualquer outra coisa só porque o babaca do teu chefe faz de você a escrava branca dele, te suga e torna a sua vida num inferno e te mantém presa em azkaban.

~~ beijo, sirius black! <3 ~~

não vou deixar de trabalhar nas minhas coisas só porque este mesmo (seu) chefe pediu que eu fizesse alguma coisa por ele. ele agora tem a você e, pra eu me meter, só se disser respeito ao que eu faço para o meu departamento. departamento, esse, que vocês fazem questão de criticar, dizer que poderia ser assim ou assado. não tem merda no cu pra cagar, por favor, queridona, não cague. e, se tiver com diarreia, o mínimo que eu recomendaria (se é que alguém usa pra isso) é enfiar um OB no cu e mandar ele fazer de batom.

eca!

melhor eu parar antes que fique nojento demais. porque, né, de nojento já basta ele.

6 de out. de 2011

O que me chama atenção no dia-a-dia.

ele é tão estranho...

é tão estranho o ver passando na minha frente todos os dias, sorrindo sem jeito e voltando pro canto dele, calado e sem dizer nada. cada vez que ele lança aquele olhar de óculos de nerd pra mim, eu arrepio toda.

de nervoso, claro.
isso, já que não posso morrer de nervoso, de novo só porque imaginei qual a mulher em sã consciência se deitaria com um homem esquisito desses. cara de maluco, além de ser nerd... e anda com más companhias.

companhias, essas, muito mais bonitas que ele, e que poderiam facilmente fazer dele uma vítima eterna de bullying. serio.

ele podia entrar mudo, sair calado, ser falante, baixinho, ser engraçado...
mas, não. ele é um cara que passa todos os dias pela minha mesa e sorri, simplesmente.

sempre sem jeito...

ele é tão estranho...  mas, tão estranho, que chega a ser engraçado.
mas, oh, só engraçado. porque na fila da beleza, foi o amigo dele que colocou o pé na frente.

se fodeu! rá!

21 de set. de 2011

A arte de desejar que meio mundo se foda de verde e amarelo: eu domino!


E gente que não consegue ouvir o que você diz, como faz?
E como lidar com gente que não admite ouvir outra pessoa que não seja ela mesma?
Como lidar no ambiente de trabalho com gente maluca e egocêntrica?
Como não desejar que meio mundo de gente falsa se foda de verde e amarelo?

(...)

E que a maluca se foda deliciosamente da pior maneira possível, amém.

7 de ago. de 2011

vai se foder todo mundo!

o que mais me espanta é a necessidade de julgar as pessoas. não, eu não sou perfeita e, sim, eu julgo. todo mundo faz isso, gente. impossível ser diferente. o que me irrita é que as pessoas também podem ser julgadas. ontem eu escutei de um homem que eu nunca tinha visto na vida, amigo de uma conhecida: "ela me disse que você na noite... tá tarada".

pra começar os meus comentarios a respeito: odeio funk.

e, nunca me importei, nem me importo com o que pensam a meu respeito. sei que me julgam, como disse aqui, mas, né, a gente não espera nunca que vai escutar isso de um homem que você nunca viu na vida. parei pra pensar minhas atitudes.

eu não imaginava que ela (que por mais que eu não retribua o "apelido", vive me chamando por aí de "amiiiigaaaa") reprovava tanto o meu comportamento em relação aos homens. eu, quando não curto o comportamento de alguém, simplesmente me afasto. e acho que as pessoas deveriam ser assim também.

não acha certo eu ficar com dois ou três homens numa noite só? não saia comigo para a noite? discorda do fato de eu beber e fumar? saia de perto quando eu estiver fazendo um ou outro... ou ambos.

agora, se tem uma coisa que eu não suporto de verdade nesse mundo é gente que não tem merda no cu pra cagar vir falar de mim. e agora eu vou destilar um pouco do meu veneno. porque, né... ela tá merecendo.

álcool - bebo sim, foda-se. não é segredo pra ninguém que a minha bebida favorita é essa que dá nome ao blog. bebo quantos copos forem necessarios, e não tô nem aí pra hora do brasil. ela sempre me critica, fala que eu "ai, amiiigaaaa, você é doida de beber essas coisas". ela, a mesma pessoa que na minha frente é uma e na frente dos "melhores" dela é outra completamente diferente. ela, a mesma que roubou metade da minha long neck de stella artrois, uma das minhas cervejas favoritas, se valendo do fato de estar fazendo aniversario. foda-se. roube aquelas que se dizem minhas amigas, mas jamais roube minha stella!

pessoas - ainda ali no tópico acima, não compreendo mesmo como uma pessoa muda tanto de comportamento de acordo com o grupo que está junto com ela. eu sou uma só, desculpaê, e não admito ela se fazendo de santa quando está saindo comigo e com as minhas amigas, dizendo que jamais fica com alguém na noite, que está mais acostumada com os amigos com quem ela já ficou, e me criticando com o olhar porque eu fiquei com um cara ou outro. ou dois. não tem a porra da merda no cu pra cagar, não me olha com olhar de reprovação. tenha jesus no coração, querida. reza que tu ganha mais.

homens - só um desabafo: CARALHOS VOADORES ME FODAM! três homens dando mole pra ela na mesma noite e ela fazendo cu doce por conta do namorado que nem voltou ainda? aliás, pior. porque os amigos do namorado que tá lá no outro canto do mundo estavam lá.

eram os amigos, não o namorado. pegasse pelo menos um, caralho, pra não passar a noite no zero a zero, se oferecendo com o olhar.

vergonha alheia define. mas, né, não sou eu, a "tarada" que vai falar alguma coisa. porque, né, já que ela é minha amiga, deve ser no mínimo mentira o que o cara falou.

se eu acredito? 3 palavras: não nasci ontem.

27 de jul. de 2011

Adooooooooro! - Parte II

hoje, confesso, não estive nem um pouco a fim de trabalho. mas, sabem como é, pobre assalariado não tem querer. hoje eu queria um dia de sombra e água fresca. mas, né. não dá. então, depois de duas ou mais semanas de hard working, me permito uma pausa para postar.

hoje eu salto do metrô e a primeira figura que eu vejo é um dos caras da historia no post anterior. mas, ele não é a minha maior preocupação (até agora não é, mas sempre pode vir a ser, né. nunca se sabe.). meu negócio é com o outro...

argh! essa frase me soou tão sexual que senti calafrios! =S

porque o lance que rola com a gente (blerght! outra ambiguidade digna de conotação sexual me dando calafrios!) há 1 ano e 4 meses de empresa é que simplesmente a gente não se suporta. do lado dele, talvez seja por coisas de trabalho que o emputeceram outrora. aliás, talvez não. definitivamente é. e o meu caso... bom, pessoal mesmo. não suporto a pessoa dele. odeio gente falsa e dissimulada num grau, que me vejo sendo falsa também, e acabo me odiando por isso. na maioria das vezes eu tento reverter essa situação, mas com ele, simplesmente, não dá. e, obviamente, não quero.

mas, nem é sobre essa "relação" que eu quero falar, e, sim, do meu ponto de vista. como uma continuação do post anterior.

este cara, o amigo e outro. o "trio maravilha". todos eles têm problema com alguém em especial. e, geralmente funciona desse jeito: eles convidam pra um almoço em um restaurante legal, conversam com a pessoa, querem saber da vida da pessoa, dão atenção. eu diria até que são ótimos anfitriões. talvez até melhores que eu, que odeio puxar saco alheio. e, consequentemente, odeio quem puxa saco. muito. mesmo.

inacreditável pensar que já tenham feito isso comigo. calafrios novamente.

o caso é que eles fizeram um bafafá sem fim só porque rola a picuinha com a maluca. fico me perguntando todos os dias se esses dois se comem! não que eu tenha alguma coisa com isso, mas pro que um fala, no que diz respeito a implicância, o outro acha que é lei. me dá pena apenas do nerd esquisitão (aham, aham) que se deixa levar por esses dois, viu. aliás, nem acho que sejam necessariamente os dois. acho que é um. o nerd esquisitão está na lista de pessoas de quem eu gosto... ainda.

mas, se vier pra cima de mim, vai ter. ah, se vai.

resumo da ópera: parafraseando a patricia do "te amo, porra", linkado ali do lado, a maluca ficou louca do cu e mandou e-mail jogando a merda toda no ventilador.
eu? acompanhando e rindo.

do nada me surge um e-mail do chefe deles: "vamos parar com isso, que a nossa fase jr já acabou".

um salve enorme pra ele. lindo! lindo! lindo!

e é assim, ao som de Delirio dos mortais, do Djavan, que eu me despeço do dia de trabalho de hoje e falo ao chefe deles:

TE AMOOOOO!! hahahaha

mesmo que eu não aaaaaaaaaaaame de verdade.
é só porque tá geral pianinho, sambando o samba da maluca louca do cu. palmas pra ela, né.

ela me-re-cee, ela me-re-ceeeee, ela me-re-ceeeeeee!!!! \o/

[fudeu. me senti uma assistente de palco da porta da esperança do silvio santos]

26 de jul. de 2011

Adooooooooro!

o circo tá pegando fogo e eu tô amando. o circo tá pegando fogo e eu quero mais é que se foda todo mundo junto. porque, né, aturei tanto por tanto tempo, ainda sou alvo de intriga que eu sei, por mais que eles façam a politica da boa vizinhança... ai meu deeeeeeus! tô amando pra caralho, porque chegou uma maluca aqui, que, convenhamos, ninguém consegue ficar por perto por muito tempo, mas, como eu tenho uma coisa que a maioria não tem, paciência, ela me pega pra cristo e começa a desabafar.
por mim ela botava pilha no chefe e saia demitindo geral.

mas infelizmente nem tudo é como a gente quer que seja.
(ôh, vidinha!)

enquanto isso, assisto de camarote. e aplaudo enlouquecidamente.
deixa pra brindar quando todo mundo se foder, né? melhor....

[cheers!]

22 de jul. de 2011

Pensamento do dia - Parte II

quando a criatura consdiderada por todas as pessoas mais ou menos sãs que você conhece como a maior maluca da paróquia, que pode ser par certamente do freak que trabalha no mesmo departamento que eu... quando essa mulher loira, de óculos e uma cara impagável de maluca... quando essa criatura em questão te elogia e agradece imensamente por uma ajuda... você leva a serio ou você ri?

serio, gente... tô fazendo uma pergunta, porra!

tô me perguntando desde ontem à tarde o que fazer, juro. de qualquer maneira, deixa ela achar que eu sou foda na cama eu esculacho ♪ que tá bom. o que não pode é fazer a maluca e colocar em mim a culpa pelo próprio déficit de sanidade. [/escoooorre, veneno!]

ela: "a empresa precisa de gente competente como você trabalhando aqui, valerie". juro, gente. kkkkk
eu: "err... obrigada, querida".

e dentro de mim, uma caravana de Caraguatatuba de pessoas gargalhavam ferozmente no meu cérebro. porque, né, tem que rir... 




Nota mental: aprender a "fazer" imitar a maluca. são tantos trejeitos que ainda tô perdida! hahahaha

21 de jul. de 2011

não é que o meu ramal agora virou muro das lamentações?!

agora nego me liga pra falar que ela é chata, liga de 5 em 5 minutos e, quando você começa a pensar em respirar pós o click do e-mail chegando, ela liga para pedir soluções. isso, quando as pessoas têm centenas de pessoas para atender, mil coisas para fazer, ou prioridades, como eu, de coisas que não dizem respeito a ela.

ela é legal... fora do ambiente de trabalho. depois do almoço, por exemplo, eu torço sempre pra ela entrar numa reunião e só sair de lá em 2012. ou, quando eu desocupar.

bem que ela avisou...

14 de jul. de 2011

Caralhos voadores me protejam, amém!

Porque não basta ser estagiario de engenharia; precisa se sentir diretor da empresa! O FDP acaba de entrar na empresa e se acha no direito de engrossar comigo. Se fuder, sabe. Tô aqui pra isso não.

Chego, faço o meu às vezes o dos outros, e vem esse merda me falar como a minha missa precisa ser rezada? Se fuder. E muito, se depender de mim.

Quer o quê? Jura que ele tá achando que vai ser o último passageiro do ônibus a chegar e ainda vai encontrar janela e mordomo oferecendo água de coco?! Rá!

A mucama aqui já sabe como lidar e com quem está lidando. E, por mais lindo que ele seja porque dizem que ele é ele não vai mesmo chegar já tocando o terror. Primeiro tem o suspense. E, nesse, ele que me perdoe, mas o serial killer sou eu.

Vai de Galeão sim e ponto final!





Engraçadinha, um beijo, sua linda! =P

11 de jul. de 2011

Pensamento do dia

falar que defende uma causa com unhas e dentes é fácil fácil.
quero ver assumir que pegou o colega de trabalho, que comeu a mulher feia, ou que vive por essa internet falando sacanagem a rodo.

duvido que alguém tenha colhões de assumir certas coisas.
as pessoas nunca têm.

eu lembro de ler em "a casa dos budas ditosos", do joão ubaldo ribeiro, uma frase que marcou a minha vida:
"se todo mundo soubesse o que rola em 4 paredes na vida de cada pessoa com seus respectivos pares, ninguém se falava".  e é bem por aí... eu mesma tenho lá as minhas coisas "impublicáveis" também.

mas, pera lá, ninguém tem obrigação de ficar feliz por conta da sua postura irredutível que defende tudo com unhas e dentes não, né?

Humpf... Pensei.




Tô terrível hoje!

3 de jul. de 2011

Velhos, bah!

Eu li esse post e lembrei de um dia em que eu estava num ônibus voltando do treino de handebol e tinha uma senhora querendo sentar no "banco alto". Isso foi lá pelo inicio dos anos 2000, quando andar naqueles ônibus enormes, com trocador lá atrás, ainda era lugar comum no Rio de Janeiro.

Eu, cheia de mochilas, bola h2 na mão, tênis... Só tinha cabelo molhado porque tinha nadado depois. Eu não sou do tipo que costuma oferecer lugares em conduções. E, se isso acontece até hoje, é porque eu deparei com essa senhora na rua:

Eu: A senhora deseja sentar aqui no meu lugar?
Ela: Obrigada, minha filha, mas tô vendo você tão cansada que tenho pena de você. O que me revolta é aquela ali, com criança, no banco alto, enquanto você me cede seu lugar.

A outra: Ele é doente!!

Eu (pasma): ...

Ela: Doente que pode sentar no seu colo para oferecer lugar a uma pobre velha.
A outra: Pobre é o caralho. Daqui ele não sai, daqui ninguém o tira.



Minha revolta: a petulância da velha. A mulher estava lá com seu filho que, se não me engano, era down, ela exige o lugar no banco "alto" preferencial e ainda xinga quando a mulher, com todo direito, se vê indignada. Isso, vendo que o banco preferencial é tanto de gestantes e idosos quanto de pessoas "especiais".

Desde então, foda-se, não dou lugar pra velho em ônibus. O mundo é muito mais que eles reclamando da vida.

27 de jun. de 2011

Familia, familia... Papai, mamãe... Priminha.


Aí que ontem foi aniversario de uma das crianças da familia. Uma das que eu mais gosto. Aliás, uma das únicas com quem eu tenho paciência. Porque, né, não sou obrigada! E, sim, eu fui. Feriado, nada pra fazer, pouco dinheiro... Dá nisso.
Mesmo quando se é alguém que tem pavor de reunião de familia, com eu.

Chegando na festa, um mundo de pessoas da familia, amigos dos pais da prima aniversariante... Além das mesmas de sempre. E uma prima que, na última vez que eu vi, ainda era aquela criança gordinha que você acha que nunca vai tomar corpo. Nem juízo.
Bom... Juízo é que ela não tem mesmo, pelo que eu pude perceber.


Tratou a mãe mal durante pelo menos dez anos da sua vida... E acredito que nestes dois últimos ela ainda tenha o mesmo comportamento.
É grossa, pedante e qualquer outro sinônimo para "uma pessoa detestável".
E eu vejo a mãe toda feliz dizendo que tem um amigo dela, com quem ela já ficou (doze anos já beija na boca, né? eu já beijava, mas não sei como andam as coisas hoje em dia...rs) e que ela é fodona (dig dim, dig dim ♪). Só falta dizer que a garota é a última bolacha do pacote. Porra nenhuma!
E a garota? Decote, soutien aparecendo, calça da Gang tem que ter etiquetinha. se tiver etiquetão foi comprada na feirinha e toda a aparência de putinha funkeira carioca.
Tenho medo só de pensar que eu um dia possa ser mãe, e minha filha tenha essa mesma aparência detestável. Não tem vergonha não, né? Além de ser um nojo de pessoa, de tratar todas as criança da familia mal... Ainda tem toda essa pose. ARGH! Essa garota que ouse encostar um dedo na minha sobrinha!


Na boa?! Tenho pena é da mãe, que tá completamente cega.
¬¬
 
Limpa aqui, please, que hoje e sempre, né o veneno tá escorrendo!
A mãe dela sempre foi uma pessoa prestativa. Ajudou muito os meus pais a tomarem conta de mim e da minha irmã para que eles pudessem trabalhar tranquilos. Somos gratos, todos, a ela por isso. E, poxa. Ela sempre tratou muito bem todas as crianças da familia. Mas, claro, sempre tem um porém: ela namorou, noivou, casou... E nunca teve filhos. E veio a ter a filha numa idade já avançada para a "média aceitável", se é que vocês me entendem. Não sei se o problema dela também é a síndrome de ovários policísticos, que eu tenho, mas sei que sempre, mesmo quando eu era pequena, eu sentia uma peninha dela... Você nota que a pessoa ama crianças, que quer ter a sua criança, e... Não consegue engravidar, sabe? Fiquei bolada de um dia eu passar por isso. Mas, Deus é bom, mas tão bom, que a última coisa que eu penso é em ter filhos. E, mesmo se pensasse, acredito que não seria com o mesmo desejo que ela.
Enfim; prima amorosa, querida. O que você pensa? Que a filha dela vai ser assim também. Certo?
Er-ra-do!
Eu não sou a única pessoa que não gosta dessa prima. Ninguém gosta.
Sabe o que é nin-guém? Pois é...
E dá uma pena da mãe!

25 de jun. de 2011

E quando eu achava que só existia filha-da-puta....

...alguém aparece e me diz que eu conheço a mãe da puta.

Me disseram que a filha de uma conhecida da familia virou puta. E, pior, no puteiro ali da esquina. E não é que a filha-da-mãe resolve trabalhar justo no puteiro da esquina de casa?!

Pode, Arnaldo? Como assim, Bial?


Porra, cara. Além de puta, ainda é burra. ¬¬

Fosse procurar um pau num baile funk, que é completamente o estilo dela, fosse caçar homem que a comesse da frente ao verso no calçadão de Copacabana, ou em qualquer outro calçadão da orla. Não sei quanto uma puta ganha, e nem tenho nada contra putas. Meu problema é com esta puta em questão; porque ela sempre foi nariz em pé, se achava a mais fodona dentre todas as fodonas do mundo, desde o momento em que a conheci. Nunca gostei da petulância que aquela garota exalava. Nun-ca.

Hoje deve exalar é cheio de esperma...
E depois eu que sou julgada por pegar homens na noite... Não entendo, honestamente. Trabalhar como puta é digno, como qualquer outra profissão o é. Eu acho. Mesmo. Mas, não ela. Não desse jeito. A mãe, coitada, não sabe onde enfiar a cara de tanta vergonha. Tô com pena é da mãe, que sempre se sacrificou tanto para dar a ela e à irmã tudo o que elas queriam, e ela, a mãe, não podia dar.

Garota ingrata do caralho!

Pior é que nem dá pra desejar que ela se foda. Até por que, tá sendo fodida bem mais que eu.
(Blerght. Piada escrota essa minha).